sábado, 3 de novembro de 2018

"“O PT que tome o caminho dele”, diz deputado do PDT sobre bloco de oposição sem petistas"

"“O PT que tome o caminho dele”, diz deputado do PDT sobre bloco de oposição sem petistas"

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"A exclusão do PT na formação de um bloco de oposição a Jair Bolsonaro no Congresso Nacional foi qualificada pelo deputado federal Pompeo de Mattos (PDT-RS) como um reflexo da atitude do partido em relação às outras legendas de esquerda e centro-esquerda.

“O PT que tome o caminho dele. Nós temos que tomar o nosso. Isso não quer dizer que nós não possamos nos encontrar em debates de conteúdo. Mas hegemonia que o PT buscava já acabou. O PT, na relação que tem com a gente, é uma via de mão única. Só vai daqui pra lá, não vem nada de lá pra cá”, atacou o parlamentar.


Olavo Soares

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"O PT na oposição

O partido tem bancadas grandes no Congresso, mas lhe falta legitimidade moral para ser oposição. Existe uma saída, mas ela exigirá lideranças corajosas e éticas "
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"Assim como foi durante os dois anos e meio de governo Temer, o PT continuará sendo a principal força da oposição nos próximos quatro anos. Além de ter chegado ao segundo turno da disputa pela Presidência da República, com Fernando Haddad, o partido elegeu 56 deputados, o que por enquanto é a maior bancada da Câmara – o posto pode ser perdido se houver migração de parlamentares para o PSL, partido do presidente eleito Jair Bolsonaro –, e terá a quarta maior bancada do Senado, com seis senadores. Mas precisamos refletir sobre a legitimidade que o partido terá para exercer essa oposição, e como ela será feita a partir de 2019.

À legitimidade formal que o eleitor concedeu ao PT por meio do voto não corresponde uma legitimidade moral. Os escândalos de corrupção protagonizados pelo partido desde o mensalão, ainda no primeiro governo Lula, colocaram às claras o que hoje é a verdadeira natureza do partido. Todos os crimes cometidos pelos mensaleiros e pelos pivôs do escândalo do petrolão foram tramados em nome do partido, em seu benefício, e a estrutura partidária foi e tem sido usada para proteger essas pessoas – especialmente aquele que, hoje, comanda na prática o partido de dentro de uma cela. Isso nos faz concluir que o PT está longe de ser uma instituição que, por alguma infelicidade, tem membros que cometem crimes; a realidade é bem mais sombria: a corrupção e a mentira estão entranhadas no partido de tal forma que não seria nada descabido compará-lo a uma organização criminosa.

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